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CERVEJA É COISA DE MULHER, SIM

6 de janeiro de 2021 | Por admin

Você ainda pensa que cerveja é assunto exclusivo do universo masculino? Se a sua resposta para essa pergunta foi sim, saiba que, mais do que nunca, cerveja é coisa de mulher, sim! 

Ainda que para muita gente seja quase automático associar a cerveja ao público masculino, hoje vamos abordar o quanto a história dessa bebida tão tradicional está totalmente ligada às mulheres e, principalmente, como essa relação tem crescido nos últimos anos. 

 

Afinal, quem descobriu a cerveja?

Você sabia que a cerveja que você ama degustar naquele happy hour com os amigos ou em casa com a  família reunida, foi descoberta por uma mulher? É isso mesmo! Apesar de existirem histórias variadas sobre o surgimento da cerveja, acredita-se que, há cerca de 11 mil anos, as mulheres eram as responsáveis pelos alimentos, entre eles os grãos, que eram mantidos dentro de jarros, tomando chuva e sol. A fermentação então aconteceu e foi assim, meio sem querer, que a cerveja teria sido descoberta.

 

Mulheres e cerveja: uma relação de séculos 

Quem foi que disse que cerveja não é bebida de mulher? Ainda falando um pouco de história, para muitas civilizações, a cerveja era considerada um símbolo feminino e fértil. Por volta de 1800 a.C., foi escrita a primeira receita de uma cerveja, feita para homenagear uma mulher, a deusa conhecida como Ninkasi pelos sumérios. A fórmula já se mostrava inovadora, com tâmara, grãos variados, ervas, mel e especiarias.

   
Representação de Ninkasi, a deusa suméria considerada a cervejeira dos deuses. Seu nome significa “A senhora que enche a boca”.

O próprio lúpulo, um dos ingredientes mais importantes da indústria cervejeira, teve suas propriedades descritas pela primeira vez anos mais tarde, no século XII, por uma mulher, a monja e teóloga alemã Hildegard Von Bingen ou Santa Hildegarda. 

Uma curiosidade: em escavações feitas próximas à Grande Pirâmide, no Egito, foram encontradas pistas de que existiam padarias e cervejarias utilizadas para alimentar os trabalhadores locais. Temos um artigo incrível no blog da Kremer falando sobre a cerveja na cultura egípcia, clique aqui para ler! 

 

O ouro líquido é a bebida preferida do público feminino

Um estudo realizado pela Nielsen, empresa global de informação, dados e medição, sobre as tendências de consumo para as brasileiras, mostrou que 16,7% da população feminina gasta 82% acima da média das mulheres com produtos de teor alcoólico e com uma frequência 60% maior. A cerveja é o item de maior aceitação, e a categoria premium representa uma grande oportunidade para esse público, uma vez que as mulheres associam luxo, ocasião especial e modernidade a essa categoria.

 

Mulheres impulsionam cada vez mais a cultura cervejeira

Eventos no ramo cervejeiro têm ganhado cada vez mais a presença das mulheres, responsáveis por temas como marketing e empreendedorismo no setor, até a produção de cervejas artesanais, quebrando paradigmas e expandindo ainda mais esse mercado tão promissor. 

E por falar em expansão, nas redes sociais não faltam mulheres cervejeiras dividindo com seus seguidores dicas de degustação e suas percepções gustativas. Essas influenciadoras exercem um papel importante: fortalecem a cultura cervejeira por meio de um olhar sensível e apurado e  mostram de uma vez por todas que cerveja não tem gênero!

Já conhece as nossas Cervejas Especiais?

A linha de Cervejas Especiais Kremer chegou para transformar simples apreciadores em verdadeiros especialistas. São sete opções, com copos exclusivos, criadas para fazer das comemorações casuais em banquetes reais.

Produzidas com matérias-primas altamente selecionadas, como o malte e o lúpulo provenientes dos berços germânicos, além da água da montanha, a Kremer Cervejaria alia o zelo da produção artesanal às modernas tecnologias para garantir a excelência em todos os produtos.

Clique aqui e surpreenda-se com uma explosão de novos sabores que vão deixar sua comemoração ainda mais especial.

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Até a próxima!



A Origem da IPA

1 de setembro de 2020 | Por admin

IPA: da Inglaterra para a Índia, e depois para o mundo todo

Ela é o tipo de cerveja preferido de muita gente e tem como principais características o amargor e sabor mais lupulado. De origem inglesa, a IPA conquistou o paladar dos brasileiros e é quase obrigatória entre os rótulos das cervejarias artesanais. Neste post, vamos conhecer um pouco mais sobre este estilo.

Hoje em dia não é difícil conversar com alguém que gosta de apreciar boas cervejas e ouvir dizer que o seu estilo preferido é a IPA. Mas como, em tão pouco tempo, este tipo de cerveja conseguiu criar uma base tão forte de fãs e se tornar uma das mais produzidas e vendidas pelas cervejarias artesanais no Brasil? Bom, neste artigo, vamos tentar responder esta e outras perguntas. Mas antes, vamos voltar um pouquinho no tempo, até a época em que a Índia estava sob domínio da Coroa Inglesa?

 

DUAS TEORIAS PARA O NASCIMENTO DA IPA

A mais popular história para o nascimento da India Pale Ale (depois abreviada para IPA) conta que, em 1760, quando a Índia, como já dito, ainda era uma colônia britânica, muitos ingleses passaram a se mudar para lá. Como muitos não se adaptaram aos costumes e à culinária do local e também sentiam saudades dos alimentos que consumiam na sua terra natal, sem contar a própria dificuldade de se produzir algumas receitas no novo lar, a demanda por itens de consumo era grande e, entre eles, a cerveja estava entre as prioridades.

Porém, as Ales produzidas na época não aguentavam o percurso de navio entre Europa, África e Ásia, chegando com sabor alterado ou mesmo estragadas. O que fazer então para que os momentos entre família e amigos degustando uma boa cerveja não fossem afetados?

Um fato que era conhecido desde aquela época era que o lúpulo, um dos principais ingredientes da cerveja, funcionava como um “conservante” natural, mantendo a cerveja em boas condições por mais tempo. Foi aí que um cervejeiro chamado George Hodson teve a ideia de fazer uma cerveja do tipo Ale com maior adição de lúpulo. Nascia então a India Pale Ale, criada para satisfazer o paladar dos ingleses com saudades das bebidas de seu país de origem.

Mas, embora seja uma boa história, há pesquisadores e historiadores que divergem destas informações a respeito da origem da IPA. Segundo eles, já em 1711, várias cervejas já haviam sido exportadas com sucesso. Nesta versão, quem teria começado a fazer cervejas com mais lúpulo na fórmula seria não apenas um, mas um grupo de cervejarias da cidade de Burton upon Trent, com uma receita adaptada da Pale Ale. O nome India Pale Ale seria mencionado pela imprensa somente anos mais tarde, em 1829, em um jornal australiano, o que prova que a fama da IPA chegou a mais colônias inglesas.

 

E COMO ELA CHEGOU AO BRASIL?

Até 1996, a IPA existia no Brasil apenas em alguns rótulos importados que chegavam por aqui para um grupo muito seleto de apreciadores. Embora na época o dólar estivesse quase pareado com o Real, o nosso país ainda não tinha a cultura cervejeira que tem hoje. A primeira IPA nacional, no entanto, surge nesse ano, criada por um então brewpub de Ribeirão Preto que mais tarde se tornaria também uma cervejaria artesanal, mas o dia em que o estilo seria febre entre os apreciadores de cerveja estava bem longe de chegar.

No começo dos anos 2010, no entanto, é que a história das IPAs no Brasil começa a ganhar corpo. O dólar novamente barato impulsiona viagens ao exterior, o que leva muitos brasileiros a experimentarem rótulos variados de cerveja e descobrirem estilos que até então não passavam pelo nosso radar. Entre eles, olha só: as IPAs.

Não demorou muito para que começasse um processo de importação de vários rótulos e o crescente interesse de cervejarias locais por estes estilos. Dentre vários que chegaram por aqui, a IPA marcou presença. 

E, para muitos, não deixa de ser um tanto quanto irônico: a ideia geral, até então, era a de que o brasileiro era fã de cervejas mais leves e refrescantes, que combinam com o nosso clima mais quente. Cerveja amarga? Para estas mesmas pessoas, nem pensar. E a IPA provou que eles estavam errados. 

Tanto que, em 2012, foi realizado no Brasil o primeiro IPA Day, um evento dedicado exclusivamente a este estilo de cerveja. Para se ter uma ideia, nenhum outro tipo de cerveja teve, naquele ano ou nos próximos, um acontecimento do tipo. 

E daí pra frente o caminho da India Pale Ale já estava criado no Brasil. Nos outros eventos cervejeiros, ela era a mais apreciada, a mais comentada, a mais consumida. Mais amarga, mas também mais aromática, devido à presença dos lúpulos, suas várias versões e receitas traziam sempre algo de diferente em um dos períodos em que o brasileiro mais buscou por cervejas diferentes. Foi o match perfeito.

 

E EIS QUE SURGE A KREMER IPA

E este primeiro contato com a IPA mostrou-se, com o tempo, não ser um amor passageiro. Tendo isso em mente, analisando o histórico do estilo no país e fazendo um estudo completo das características que mais agradam o paladar brasileiro quando o assunto é a India Pale Ale, a Kremer, em 2018, lança a sua própria IPA. Marcante e intensa, como seu próprio slogan diz, ela fez valer todo o tempo de dedicação e preparação para chegar ao mercado: no Mondial de La Bière SP em 2018, ela recebeu nada menos que a Medalha de Ouro de sua categoria. 

Puro malte, fruto da combinação de lúpulos e maltes selecionados. Ela apresenta intenso amargor, característica do estilo. Com uma coloração acobreada, espuma densa e sabor marcante, a IPA Kremer ainda possui um aroma único e intenso, com notas de madeira nobre, cítrico e floral.

E quando o assunto é harmonização, a Kremer IPA é a escolha perfeita para acompanhar queijos como Roquefort, Gorgonzola e variedades à patê dure, além de carnes vermelhas, pratos apimentados, costelinha suína e carnes defumadas no estilo dry rub. Outro jeito muito popular de apreciar uma IPA é com um bom hambúrguer artesanal, que pode tanto ser feito por você mesmo em casa quanto comprado do seu estabelecimento preferido.

 

 

Gostou de aprender mais sobre a origem da IPA? Que tal aproveitar para colocar algumas garrafas de Kremer IPA para gelar, separar algumas das nossas dicas de harmonização e ter uma verdadeira experiência de degustação? Saúde!

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Por que Morungaba?

7 de julho de 2020 | Por admin

A cidade onde a Kremer tem a sua fábrica não foi escolhida por acaso, muito pelo contrário. E o principal motivo para isso é a água. Conheça neste post os motivos que levaram seu fundador a tomar esta decisão.

Para fazer uma cerveja premium, você precisa de maltes de ótima origem, lúpulos de boa procedência e um mestre cervejeiro que saiba juntar todos estes elementos com maestria, certo? Sim, a resposta está certa, mas incompleta. Para ter uma cerveja que promova uma verdadeira experiência de degustação, outro importantíssimo ingrediente precisa ser sinônimo de pureza. Sabe do que estamos falando? Da água. A Kremer entende isso muito bem e quis, desde o começo de sua história, estar em um lugar no qual a água estivesse abundante tanto em quantidade quanto em qualidade.

E, quando falamos deste recurso natural, existem algumas regiões do Brasil onde há uma concentração de fontes com extrema pureza, pH ideal e minerais na quantidade certa. Algumas das cidades nestes locais, seja por este ou por outros motivos, recebem de seus estados o título de Estância Climática. Em São Paulo, são apenas 15 no total, e adivinha qual delas é uma estância climática? Isso mesmo, Morungaba.

E, quando você vê que uma cidade reconhecida pela sua água com um título tão exclusivo como este, você já sabe que ele não é dado por acaso. Foi olhando para este e outros fatores que o fundador da Kremer percebeu que a cidade tinha muito potencial para abrigar as instalações de uma cervejaria de sucesso. E ele estava certo.

E foi em 2009, depois de analisar diversos lugares para serem a casa da Kremer, que eles decidiram: Morungaba seria a escolhida. Além de todos os fatores já mencionados, foi também levado em consideração o fato da cidade estar próxima de uma região de serra e ser vizinha dos municípios que compõem o Circuito das Águas Paulista. 

Tudo isso, aliado ao título de Estância Climática, que favorece o turismo no local, colaborou ainda mais para esta decisão: além de ter água em quantidade e qualidade, a presença de turistas na cidade faz do lugar um ponto estratégico para a divulgação da nova cervejaria.

 

A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA A CERVEJA

A Água corresponde, em média, de 80 a 85% da composição da cerveja. Por isso, a escolha da água a ser utilizada nas receitas deve ser pensada com cuidado, para que o resultado final garanta uma experiência de sabor memorável. 

Um dos primeiros fatores para uma boa água é o pH, e começar com uma água que esteja bem equilibrada em sais é importantíssimo para que, ao invés de obter uma boa cerveja, você obtenha uma cerveja excelente. O pH na nível ideal é importante para que diversos aspectos da cerveja apareçam na medida correta, como o amargor. 

Para isso, elementos como cálcio e magnésio, presentes na água, ajudam a reduzir o pH, enquanto o sódio, na medida certa, pode conferir mais corpo e doçura ao resultado final. Para se ter a ideia, a composição da água de um local influencia até o tipo de cerveja mais consumido naquele lugar, por exemplo: Na República Tcheca, terra da Pilsen, a água mais comum possui baixas quantidades de minerais. Já na Irlanda, terra de muitas cervejas escuras, a água possui alto teor de carbonato.

Isso não significa que uma água que não contenha estas mesmas características vai resultar em uma cerveja de qualidade inferior, mas, se formos traduzir usando uma metáfora culinária, os minerais presentes na água são como um “tempero” extra para a cerveja. Curioso, não é?

Pois bem, em Morungaba, a água encontrada possui tudo o que uma cerveja precisa para agradar o paladar do brasileiro: pH muito bom, minerais na medida e uma pureza única, que resultam em grandes rótulos, como a nossa IPA, premiada com Ouro no Mondial de la Bière de São Paulo, em 2018, além de todo o nosso catálogo de cervejas e chopes. Com tantos fatores a favor, existe ainda alguma dúvida de que a escolha não poderia ter sido melhor?

 

MORUNGABA, TERRA BOA PARA SE VIVER E FAZER CERVEJA

Localizada no Circuito das Frutas, a cidade foi fundada em 29 de junho de 1888 com o nome de Conceição da Barra Mansa, passando a ser chamada pelo nome atual em 1919. Morungaba, segundo estudiosos e de acordo com o que consta no próprio site da cidade, significa “Terra boa para se viver”. A emancipação aconteceu em 1964 e, em 1994, 15 anos antes da fundação da Kremer, o município recebe o título de Estância Climática.

A qualidade da sua água é documentada em textos do final da década de 1949 por Nicola Tortorelli, que foi professor e sub-prefeito da cidade. Em seus escritos, ele diz: “Morungaba é uma bela povoação paulista, que tem três riquezas por bem poucos conhecidas: clima excelente, água melhor ainda e um sossego que só faz bem aos nervos cansados”.

Pertencente à RMC e ao Circuito das frutas, a cidade, se não está nominalmente entre aquelas do Circuito das Águas Paulista, certamente não desaponta neste quesito. Existem nascentes em vários pontos da cidade, além de correr também pelo seu território o Rio Jaguari. Ainda de acordo com Tortorelli, “A água tem propriedades radioativas que também curam: três copos, tomados na mesma hora, em nada pesam no estômago”.

 

ÁGUA BOA E CERVEJA DE QUALIDADE

Todos os fatores a favor em Morungaba e toda a experiência de nosso mestre cervejeiro não poderiam resultar em outra coisa: a Kremer, desde sua fundação, é um sucesso, tanto que, hoje, a própria cervejaria é um ponto turístico da cidade, considerado por muitos turistas e guias profissionais como parada obrigatória para quem visita a cidade.

Então, se você estiver em uma discussão sobre a importância da água na fabricação de uma cerveja de qualidade, não precisa alongar a conversa. Basta citar o exemplo da Kremer. E, se a dúvida por um acaso persistir, seja ainda mais enfático: abra uma garrafa gelada na medida, encha dois copos e comprove seu argumento. Saúde!

 

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Kremer Dunkel

9 de dezembro de 2016 | Por admin

Nossa quarta novidade, é uma cerveja escura tipo extra no estilo MUNICH DUNKEL. Ideal para quem gosta de cervejas mais intensas e encorpadas, que harmonizam bem com pratos de sabor intenso.

Dunkel

De origem alemã, a Kremer Dunkel possui um “blend” de maltes especiais, o que lhe confere um aroma com notas de chocolate, nozes e caramelo. Além disso, sua baixa fermentação proporciona uma cor mais escura, que vai do cobre profundo ao marrom-escuro. Aliás, o próprio nome revela isso, já que Dunkel, significa “escuro”, em alemão. Com relação ao sabor, a Kremer Dunkel revela um suave caramelo, associado a um amargor moderado.

Harmonização

Uma dica importante na hora de harmonizar, é sempre estar ciente de que quanto mais escura a cerveja, mais escura deve ser a comida. Isso se deve pelo fato de que a Kremer Dunkel tem um sabor mais tostado, o que combina bem com os mesmos sabores de comidas assadas ou grelhadas. Uma boa pedida na harmonização são queijos tipo Cheddar, Parmesão, Gruyère ou Emmental, além de pratos temperados e mais intensos como carne suína, javali e carnes assadas.
Agora que você já sabe detalhadamente as características das 4 Cervejas Especiais Kremer, não perca mais tempo e leve essas realezas para suas festas de fim de ano!



Kremer Witbier

8 de dezembro de 2016 | Por admin

Alguns momentos merecem ser coroados. Pensando nesse espírito de festas e comemorações de fim de ano, a Kremer Cervejaria desenvolveu 4 cervejas artesanais que irão combinar perfeitamente com essa época do ano. Uma delas é a Witbier, que apresentaremos no post de hoje!

Kremer Witbier

Produzida como nas cervejarias da Bélgica, na região de Flandres, a Kremer Witbier é uma cerveja especial tipo ALE WITBIER. Suas características principais consistem em puro malte de cevada, trigo não maltado na formulação e água da montanha.

De alta fermentação, a Kremer Witbier possui um acentuado sabor de trigo, em equilíbrio com o amargor do lúpulo, além de sabor cítrico diferenciado, com toques de coentro, casca de laranja e maracujá.

Deu água na boca, não é mesmo?

Harmonização

Com a Kremer Witbier, você pode fazer deliciosas harmonizações com queijo do tipo Mozzarella acompanhado de uma salada de folhas verdes. Nessa época do ano a praia é um destino bastante procurado pelos brasileiros e a Kremer Witbier é uma cerveja que harmonizará com seu verão, e perfeitamente bem com frutos do mar, como por exemplo, lagosta, camarão e mexilhões.



Kremer Golden

6 de dezembro de 2016 | Por admin

Depois de muito mistério, finalmente foram reveladas as Cervejas Especiais Kremer. E junto com elas, vem aquela vontade irresistível de prová-las, não é mesmo? Mas não se preocupe. No post de hoje vamos conhecer detalhadamente a primeira realeza desse quarteto que veio para mudar o seu conceito sobre cervejas artesanais.

Kremer Golden

A Kremer Golden é uma cerveja Lager Extra PURO MALTE, de cor ouro-claro, límpida e com colarinho branco e cremoso. Seu aroma é predominantemente doce, além de possuir um acentuado sabor de malte Pilsen, em equilíbrio com notas de especiarias e lúpulos nobres. Por trás do malte, a Golden Kremer revela um delicado amargor, o que confere um sabor diferenciado à bebida.

Harmonização

Agora que você já conhece as principais características da cerveja, nada mais justo do que saber com quais pratos você poderá harmonizá-la.
Em uma regra simples, é sempre importante saber que cervejas leves, harmonizam com pratos leves, assim como cervejas mais fortes, intensas e incorporadas harmonizam melhor com comidas mais pesadas e gordurosas. No caso da Kremer Golden, os pratos mais leves são a melhor opção, podendo harmonizar com queijos do tipo Brie e Camembert, além de saladas e carnes mais leves, como as brancas.
Ah! Vale lembrar que para uma boa sequência de degustação de Cervejas Especiais, é sempre recomendado o início por cervejas estilo Lager. Neste caso, a Kremer Golden é a pedida perfeita para iniciar o seu menu de degustação de Cervejas Especiais Kremer.



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